Na noite calma,a poesia da Serra adormecida
vem recolher-se em mim.
E o combate magnífico da Cor,que eu vi de dia,
e o casamento do cheiro a maresiacom o perfume
agreste do alecrim;e os gritos mudos das rochas
sequiosas que o Sol castiga passam a dar-se em mim.
E todo eu me alevanto e todo eu ardo.
Chego a julgar a Arrábida por Mãe,quando não serei
mais que seu bastardo.
SEBASTIÃO DA GAMA
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Bom gosto, Farola!
ResponderEliminarLindo mana!
ResponderEliminarBjs